Marketing, Publicidade, Propaganda. Um blog para tratar de assuntos relacionandos ao mundo do marketing, ajudando a quem precisa divulgar e valorizar a imagem de sua marca.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Entenda a diferença entre esquemas como Telefree e BBom e Natura, Herbalife.qual a diferença?
MKT 360°: Piramide Financeira não é Marketing, não se iluda,...: Por ser o marketing uma ciência bastante flexível e em permanente adaptação cada vez mais surgem segmentações da disciplina como mark...
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
MKT 360°: Os Sistemas de Informações de Marketing (SIM)
MKT 360°: Os Sistemas de Informações de Marketing (SIM): Os Sistemas de Informações de Marketing (SIM)Toda empresa para se manter competitiva em um ambiente de mercado de constantes mudanças deve...
domingo, 1 de setembro de 2013
Piramide Financeira não é Marketing, não se iluda, é crime!
Por ser o marketing uma ciência bastante flexível e em permanente adaptação cada vez mais surgem segmentações da disciplina como marketing digital, Neuromarketing, endomarketing, etc.
Talvez uma das mais polêmicas destas ramificações seja o Marketing Multinível ou Marketing de Rede, que surgiu de uma combinação de Marketing de Relacionamento com Venda Direta. Tais polêmicas se devem ao fato de algumas empresas de idoneidade duvidosa utilizar dos conceitos do marketing de rede para justificarem atividades ilícitas como Pirâmide Financeira.
Pirâmide Financeira é crime no Brasil previsto e na Lei 1521/51 “IX - obter ou tentar obter ganhos ilícitos em detrimento do povo ou de número indeterminado de pessoas mediante especulações ou processos fraudulentos ("bola de neve", "cadeias", "pichardismo" e quaisquer outros equivalentes); Ver tópico (1081 documentos)”.
Esta prática tem sua sustentação financeira em investimentos feitos pelos recrutados para a rede como uma cota de engajamento no esquema. Só no Brasil mais de 80 empresas estão com os bens bloqueados e sendo investigadas por suspeitas desta prática, incontável é o número de recrutados lesados. Por mais que seja divulgado estes crimes e a forma com que são praticados muitas pessoas ainda se iludem pela promessa de ganho fácil.
Definido por Pepprs, Rogers(2003), como uma forma de distribuir produtos/serviços diretamente ao consumidor final sem a intervenção do varejista através de uma estrutura de redes disposta em camadas de distribuidores de livre iniciativa (autônomos), o Marketing de rede ou multinível é lícito e em muito se difere das Pirâmides, principalmente pela forma de sustentação financeira.
Neste modelo a comercialização de produtos é a sustentação financeira da
rede, é possível a todos recrutar novos
distribuidores para rede recebendo participação nos resultados dos distribuidores
que levar a engajar na sua rede oferecendo assim oportunidade real de
crescimento profissional a todos seja por um expressivo resultado em venda
direta, seja por angariar novos membros para a rede ou uma combinação dos dois
processos.“O marketing multinível estabelece relações contínuas de consumo com pessoas fora da estrutura. Na pirâmide, há um processo restrito aos indivíduos que estão dentro dela, e o que você está comercializando é a troca dos próprios recursos internos”, explica Silvio Laban, coordenador dos cursos de MBA do Insper e professor de marketing – trecho do artigo publicado no site da revista Exame Negócios em 09 de Agosto de 2013, vendas 09/08/2013 15:43,
Diversas empresas conceituadas são adeptas a este modelo de negócio como, por exemplo, a Natura, a Avon e Mary Kay e conforme um estudo publicado pela FGV em 2011 empresas de Marketing Multinível somava uma participação de 0.75% do PIB e é uma tendência que está crescendo de forma considerável por permitir que o empreendedor faça sua própria renda ou complemente uma renda principal atuando somente m horas vagas.
É importante conhecer estas definições para diferir o que é Marketing do que é charlatanismo e assim nos proteger, fortalecer as praticas licitas e denunciar as ilícitas.
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sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Médicos Cubanos será a solução?
Cadê os
Hospitais Cubanos?
Não vieram na bagagem?
O Governo Dilma
Rousseff precisa de mais marketing e menos remendo.
Tentando
resolver o problema da saúde pública no país importaram médicos, será que
pesquisaram qual o verdadeiro foco do problema da saúde pública no Brasil?
Estes
médicos trarão consigo infraestrutura (Leitos, aparelhos, hospitais,
laboratórios, materiais, remédios, saneamento) ou apenas farão número ao caos
que já temos estabelecido?
O bom
é que não falam português, logo não reclamarão das péssimas condições a que
serão submetidos.
Também
temos sérios problemas de aceitação pública, educação, transporte.
Importaremos
então professores, uma população mais resignada e condutores de transporte
público?
Deficiencia no sistema de saúde pública brasileiro pode ser definida dentre outros fatores por falta de adesão dos médicos à localidades sem infra estrutura e remuneração defasada para a classe médica e de auxiliares, incapacidade de leitos, equipamentos e prédios para atender a demanda de usuários do SUS.
Não me parece a solução ser importar médicos e ponto.
Se eu estiver com fome e simplesmente investir meus recursos em contratar a melhor cozinheira eu continuarei com fome e sem os recursos. É simples assim.
Eu li um comentário que dizia “Para Marco Antonio Villa, a vinda de médicos cubanos “não passa de marketing”“.
Eu discordo, não há nada de Marketing nesta ação, vamos olhar esta situação do ponto de vista do Marketing:
Se um
produto não é bem aceito não adianta anexar um brinde sem estudar a causa do
fracasso, isto seria remendo, aumentar o prejuízo.
Pesquisar é
fundamental.
Saber
o que o público quer e porque quer para oferecer o produto certo e da forma
correta.
Pesquisa de marketing
De acordo com a American Marketing Association apud McDaniel e Gates (2006, p.8), “A pesquisa de marketing é a função que liga o consumidor, o cliente e o público ao “marqueteiro” por meio de informações – informações estas utilizadas para identificar e definir oportunidades e problemas de marketing; gerar, aperfeiçoar e avaliar ações de marketing; monitorar o desempenho do marketing, e melhorar a compreensão do marketing como um processo. A pesquisa de marketing especifica as informações necessárias para abordar essas questões; formula o método para a coleta de informações; administra e implementa o processo de coleta de dados; analisa os resultados, e comunica as descobertas e suas implicações.”
Ainda conforme McDaniel e Gates (2006, p.12), “A administração proativa altera o mix de marketing para se encaixar aos novos padrões emergentes nos ambientes econômicos, sociais e competitivos, ao passo que a administração reativa espera a mudança causar um grande impacto na empresa para só depois agir”.
Segundo Kotler (2006, p.100) o processo de pesquisa de marketing é constituído por 6 etapas, sendo elas:
• Definição do problema, das alternativas de decisão e dos objetivos da pesquisa: que consiste no levantamento de um possível problema/oportunidade, buscando alternativas, e por fim, definir o objetivo da pesquisa com base nas questões anteriores. O levantamento do problema/oportunidade é de extrema importância para que o pesquisador compreenda as reais necessidades que devem ser examinadas.
• Desenvolvimento do plano de pesquisa: diz respeito ao desenvolvimento de um plano que seja eficiente na coleta dos dados necessários que possam atender ao problema/oportunidade especifico da pesquisa, de acordo com os recursos disponíveis. As fontes de informações podem ser obtidas por pesquisas que reúnam dados primários (são dados que serão coletados para uma finalidade específica ou para um projeto específico de pesquisa) ou secundários (são dados que já foram coletados para outra finalidade e podem ser encontrados em algum lugar). Geralmente, os pesquisadores iniciam a investigação por meio dos dados secundários para observar se o problema pode ser solucionado parcial ou totalmente sem o custo de coletar dados primários. Quando esses dados não são suficientes, ou não apresentam resultados confiáveis, o investigador tem de coletar dados primários, que é o que ocorre com a maioria das pesquisas de marketing. Com o objetivo de formar uma ideia sobre determinado tópico, e assim, desenvolver um instrumento de pesquisa aperfeiçoado, os dados primários podem ser coletados de 5 maneiras, sendo elas, a pesquisa por observação, pesquisa por discussão de grupo, levantamentos, dados comportamentais e pesquisa experimental.
• Coleta de informações: esta etapa é a mais sujeita a erros, pois depende da colaboração dos entrevistados, que, além disso, podem dar respostas tendenciosas e não sinceras. Desta forma, a aplicação do questionário deve ser feita da melhor forma possível, e o entrevistador deve agir de forma imparcial.
• Análise das informações: o pesquisador tabula os dados nesta etapa, com o objetivo de interpretar os dados coletados e tirar conclusões. Diversas formas de análise podem ser utilizadas, sendo assim, esta decisão fica a critério do pesquisador.
• Apresentação dos resultados: consiste na elaboração de relatórios com dados sobre a pesquisa, apresentando a metodologia empregada, e a conclusão. Esta apresentação servirá como base para tomadas de decisão.
• Tomada de decisão: a avaliação da pesquisa de marketing é muito importante, e quem a faz, deve saber que informações procurar. Por meio das respostas obtidas, o solicitante deve tomar um posicionamento, se deve ou não continuar com o projeto. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Pesquisa_de_marketing, acessado em 28/08/2013)
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segunda-feira, 6 de maio de 2013
Philip Kotler apresenta o conceito de Marketing focado no ser humano
Lí esta matéria e achei tão interessante que decidi compartilhar aqui.
Espero que gostem.
Philip Kotler apresenta o conceito de Marketing focado no ser humano
Portal HSM
Philip Kotler, uma das maiores autoridades em marketing, com mais de cinco milhões de cópias de livros vendidas em todo o mundo, apresentou o conceito de Marketing 3.0 ao público de mais de 4,5 mil executivos presentes na HSM ExpoManagement 2010 nesta terça-feira (9/11).
Para o especialista, a nova definição de marketing é baseada nas considerações e desejos dos cidadãos globais, como respeito ao meio ambiente, aos valores humanos (da mente, do coração e do espírito) e às novas tecnologias. “O marketing será menos eficaz nos próximos anos porque os orçamentos serão menores. Isso exigirá profissionais que saibam fazer mais com menos”, afirma Kotler.
Atualmente, 70% das empresas atuam sob o conceito do Marketing 1.0 (focado no produto), 25% no Marketing 2.0 (voltado ao cliente) e apenas uma parcela pequena, algo em torno de 5%, atua sob o conceito do Marketing 3.0.
“As empresas precisam investir mais no crescimento e na renovação da marca e não simplesmente na manutenção dela. Talvez, a solução ideal seja criar dois departamentos de marketing: o primeiro seria o tradicional, para realizar todo o trabalho técnico do dia-a-dia, e o segundo seria bem menor que o primeiro, mas com profissionais que pensem no marketing estrategicamente, com uma visão voltada para o futuro, de três a cinco anos à frente”, afirma Kotler.
Kotler destacou também a importância da chamada cocriação para a evolução do relacionamento da empresa com seus clientes e para criação de novos produtos e experiências. Este processo se dá por meio de ideias e sugestões de consumidores, empresas, fornecedores e parceiros.
O evento encerra nesta quarta-feira, 10/11, com palestras de Jim Collins, Carlos Ghosn, David Ulrich e Henrique Meirelles.
Assista a um trecho do seminário: Philip Kotler – O cliente é o chefe
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=TPe4dmKb6y0
Disponível em:http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/philip-kotler-apresenta-o-conceito-de-marketing-focado-no-ser-humano/ acessado em 06/05/2013 as 23 horas.
Espero que gostem.
Philip Kotler apresenta o conceito de Marketing focado no ser humano
Portal HSM
Philip Kotler, uma das maiores autoridades em marketing, com mais de cinco milhões de cópias de livros vendidas em todo o mundo, apresentou o conceito de Marketing 3.0 ao público de mais de 4,5 mil executivos presentes na HSM ExpoManagement 2010 nesta terça-feira (9/11).
Para o especialista, a nova definição de marketing é baseada nas considerações e desejos dos cidadãos globais, como respeito ao meio ambiente, aos valores humanos (da mente, do coração e do espírito) e às novas tecnologias. “O marketing será menos eficaz nos próximos anos porque os orçamentos serão menores. Isso exigirá profissionais que saibam fazer mais com menos”, afirma Kotler.
Atualmente, 70% das empresas atuam sob o conceito do Marketing 1.0 (focado no produto), 25% no Marketing 2.0 (voltado ao cliente) e apenas uma parcela pequena, algo em torno de 5%, atua sob o conceito do Marketing 3.0.
“As empresas precisam investir mais no crescimento e na renovação da marca e não simplesmente na manutenção dela. Talvez, a solução ideal seja criar dois departamentos de marketing: o primeiro seria o tradicional, para realizar todo o trabalho técnico do dia-a-dia, e o segundo seria bem menor que o primeiro, mas com profissionais que pensem no marketing estrategicamente, com uma visão voltada para o futuro, de três a cinco anos à frente”, afirma Kotler.
Kotler destacou também a importância da chamada cocriação para a evolução do relacionamento da empresa com seus clientes e para criação de novos produtos e experiências. Este processo se dá por meio de ideias e sugestões de consumidores, empresas, fornecedores e parceiros.
O evento encerra nesta quarta-feira, 10/11, com palestras de Jim Collins, Carlos Ghosn, David Ulrich e Henrique Meirelles.
Assista a um trecho do seminário: Philip Kotler – O cliente é o chefe
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=TPe4dmKb6y0
Disponível em:http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/philip-kotler-apresenta-o-conceito-de-marketing-focado-no-ser-humano/ acessado em 06/05/2013 as 23 horas.
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domingo, 5 de maio de 2013
Coca-cola Viral de Publicidade
Mesmo sendo líder não para de investir na divulgação e valorização da sua marca.
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Faz tempo que seus olhos não brilhavam assim - Viral classe A
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sábado, 4 de maio de 2013
MKT 360°: Marketing de Conteúdo - Conceito e Estratégia
MKT 360°: Marketing de Conteúdo - Conceito e Estratégia: Hoje os consumidores e clientes tem uma capacidade de acesso à informação muito grande. O processo de compra de hoje tem uma tempo maior na ...
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Marketing de Conteúdo - Conceito e Estratégia
Hoje os consumidores e clientes tem uma capacidade de acesso à informação muito grande. O processo de compra de hoje tem uma tempo maior na fase de pesquisa e esta fase deixou de ser apenas um estagio do ciclo preliminar da compra e passa a fazer parte do pós venda.

http://www.marketingdeconteudo.com.br/
Como fazer Marketing de Conteúdo?
Decisões de compra em geral passam por uma série de processos, conscientes e subconscientes, que podemos influenciar positivamente. Ao estimular um ganho de confiança gradual, podemos criar e fortalecer o vínculo dos clientes com a marca. Este processo pode ser organizado da seguinte forma:
Fazer saber da sua existência
A primeira etapa de uma estratégia de marketing de conteúdo é alcançar o público-alvo. Descobrir quem são, do que gostam, o que valorizam e principalmente onde estão. Ao iniciar a estratégia, é preciso se colocar nestes canais de forma planejada, sem mensagens de vendas, atraindo atenção gradualmente.
Ser interessante
Os canais sociais principalmente são os delicados para se trabalhar. É preciso ser genuíno, autêntico e se mostrar interessante. Se o interesse não for genuíno, o frágil vínculo com o consumidor pode se quebrar ou nem se estabelecer.
Ganhar a confiança
Depois de se estabelecer, é preciso construir a relação através de peças de conteúdo orientadas a informar o cliente e o auxiliar no entendimento de soluções, tendências e interesses.
Gerar envolvimento
Esta etapa é a mais crítica, e também a mais importante. A partir do momento em que os clientes se envolvem com a marca, estabelecem um vínculo emocional com ela e participam de suas ações, muitas vezes sem se dar conta deste processo conscientemente. Ao divulgar conteúdos da marca, artigos, estudos, resultados de pesquisas, infográficos, entrevistas, podcasts, vídeo-aulas, webinars ou qualquer outro material de cunho informativo, se envolvem e criam um vínculo de confiança, que quanto mais profundo for, mais difícil se torna de ser quebrado.
Mostrar-se diferente
A diferenciação é outro aspecto fundamental do marketing. Num mundo em que tudo se parece muito igual, ter ou fazer algo diferente é uma vantagem competitiva que deve ser explorada. A percepção dos clientes faz toda diferença quanto aos diferenciais. Há quem atribua diferenciais fundamentais entre marcas de fast food que entregam produtos essencialmente idênticos. O posicionamento percebido pelo cliente é o melhor diferencial a ser explorado. Utilizar cases e depoimentos para avalizar a percepção é uma tática que funciona muito bem, tanto em mercados B2B quanto B2C.
Fornecer um espaço de conexão com os clientes
A Starbucks e a Dell se utilizaram de ferramentas de votação em massa nos projetos “Dell Ideastorm” e “My Starbucks”. Ambos utilizaram a mesma plataforma, que permitia que os clientes criassem tópicos, formassem comunidades e sugerissem melhorias em todos os aspectos de seus produtos e serviços. Os resultados foram surpreendentes. Ao permitir que as pessoas falem, se manifestem e se sintam parte da marca, a conexão se torna ainda mais profunda.
O Google explora este aspecto utilizando seus Fóruns, nos quais clientes do mundo inteiro interagem e dão suporte a outros clientes, economizando milhões de dólares em suporte ao Google e criando comunidades de verdadeiros adoradores da marca.
Fan Pages no Facebook são um recurso essencial para explorar esta conexão, já que os consumidores possuem contas no site e o utilizam massivamente, construindo seus perfis sociais a partir de suas postagens. Se a marca tem diferenciais que o cliente admira, certamente se tornará um fã e eventualmente ajudará a explorar o espaço de conexão com a marca.
Exibir e fortalecer o vínculo através de valores
Esta última etapa extrapola todos os outros aspectos quando se trata de vínculo emocional. Especialmente no Brasil, existe a percepção de que as empresas existem para gerar empregos e realizar ações sociais. Por isso, ações de Responsabilidade Social são em geral bem percebidas pelos clientes e se tornam “causas” às quais os consumidores se alinham, divulgam e eventualmente participam.
Demonstrar publicamente os valores da empresa significa em muitos casos abraçar causas sociais – que podem ou não ter ligação com a marca – e envolver os clientes na causa, fazendo-o se sentir parte de algo positivo, que só se torna possível com a intervenção da empresa. Ao utilizar os canais de conexão com a marca para promover causas sociais, as empresas fortalecem ainda mais seu vínculo emocional com os clientes, promovendo conteúdo que vai além de seus interesses comerciais e se destina a melhorar a sociedade.
Colocando Marketing de Conteúdo em prática
Com os inúmeros recursos que a internet possibilita hoje, o maior investimento em marketing de conteúdo não é em tecnologia, mas justamente no planejamento e na produção de um conteúdo de alta qualidade, profundamente ligado com a missão da empresa e estruturado de forma a criar adoradores da marca, ao invés de meros compradores de produtos e serviços.
Este post foi publicado em Marketing de Conteúdo em por admmar.
Ao
investir em informação de conteúdo as marcas estão investindo em confiabilidade
por demonstrar ao seu público seu conhecimento referente a seu produto/serviço e
fidelização quando prende em suas teias o cliente sedento de mais informação e
conteúdo.
Este
relacionamento através da disponibilização e procura por conteúdo constrói uma
intimidade muito importante com o consumidor que conquistado trará mais retorno
que as mais criativas campanhas publicitárias pois leva as pessoas a conhecer,
falar bem e com propriedade e logo a comprar e a indicar.
Abaixo
compartilho o link de uma matéria muito legal referente ao tema com um vídeo
muito esclarecedor para que deseja se aprofundar mais neste tema que hoje é
mais que uma grande tendência.. é uma estratégia eficaz.
http://www.marketingdeconteudo.com.br/
Como usar o conteúdo a favor da sua marca
Já faz algum tempo que o marketing deixou de ser direcionado apenas pelos 4 P’s: Preço, Praça, Produto e Promoção. A Era da Informação criou novas formas de consumir informação e transformou o modo como os clientes tomam conhecimento de marcas, produtos e serviços, tornando bem mais complexo o cenário de marketing.
Em tempos de clientes bem informados e que tomam decisões de compras mais aprofundadas, criar valor na cabeça do consumidor passa também pela criação de uma relação de confiança que vai além das promessas da marca e da relação emocional, é preciso informar e facilitar o processo de tomada de decisão. É aí que entra o conteúdo!
Marketing de Conteúdo é uma tática de marketing de criar e distribuir conteúdo relevante e valioso para atrair e envolver um público-alvo bem definido e entendido – com o objetivo de impulsionar para a ação e adquirir um cliente rentável.
Basicamente, marketing de conteúdo é a arte de se comunicar com seus futuros clientes sem a ansiedade de vender algo a eles logo de cara.
Em vez de lançar seus produtos ou serviços, você está entregando informações que tornam com que o seu comprador mais inteligente, capaz de tomar melhores decisões de compra. A essência desta estratégia de conteúdo é a crença de que se nós, como empresas, devemos entregar consistentemente e continuamente informação valiosa para os compradores, que acabam por nos premiar com sua lealdade ao fazer negócios conosco.
Quando expostas a uma comunicação corporativa, imediatamente as pessoas procuram se informar mais através da internet, tomando decisões de compra mais profundas e melhor informadas. Veja o que diz o executivo Rishad Tobaccowala sobre este comportamento:
“Quando os consumidores ficam sabendo de um produto hoje, sua primeira reação é ‘Vou pesquisar na Internet’.
E assim eles embarcam em uma jornada de descobertas: sobre um produto, um serviço, um problema, uma oportunidade.
Hoje você não está atrás de seus concorrentes. Você não está atrás da tecnologia. Você está atrás do seu consumidor.”
Rishad Tobaccowala
Executivo principal de estratégia e inovação, VivaKi
Marketing de Conteúdo não é para preguiçosos
É impossível fazer marketing nesse novo contexto de sociedade se você for preguiçoso ou quiser usar atalhos. Isso funcionou por mais de um século, desde o advento das mídias de massa até a virada do milênio. Hoje, os consumidores são cada vez mais hábeis em ignorar a publicidade tradicional, não clicar em banners e anúncios e em não acreditar no tradicional jargão do discurso corporativo.
De acordo com o Roper Public Affairs, 80% dos tomadores de decisão de negócios preferem obter informações sobre a empresa em uma série de artigos ao invés de uma propaganda. 70% dizem que o marketing de conteúdo faz com que se sintam mais perto da empresa patrocinadora, enquanto 60% dizem que o conteúdo da empresa ajuda a tomar melhores decisões de aquisição de produtos. Pense nisso – o seu cliente estava ansioso para receber o seu marketing? E se quando recebem, através de impressos, e-mails, sites, eles gastaram 15, 30, 45 minutos com ele?
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=1IMlQOe0EWQJá faz algum tempo que o marketing deixou de ser direcionado apenas pelos 4 P’s: Preço, Praça, Produto e Promoção. A Era da Informação criou novas formas de consumir informação e transformou o modo como os clientes tomam conhecimento de marcas, produtos e serviços, tornando bem mais complexo o cenário de marketing.
Em tempos de clientes bem informados e que tomam decisões de compras mais aprofundadas, criar valor na cabeça do consumidor passa também pela criação de uma relação de confiança que vai além das promessas da marca e da relação emocional, é preciso informar e facilitar o processo de tomada de decisão. É aí que entra o conteúdo!
Marketing de Conteúdo é uma tática de marketing de criar e distribuir conteúdo relevante e valioso para atrair e envolver um público-alvo bem definido e entendido – com o objetivo de impulsionar para a ação e adquirir um cliente rentável.
Basicamente, marketing de conteúdo é a arte de se comunicar com seus futuros clientes sem a ansiedade de vender algo a eles logo de cara.
Em vez de lançar seus produtos ou serviços, você está entregando informações que tornam com que o seu comprador mais inteligente, capaz de tomar melhores decisões de compra. A essência desta estratégia de conteúdo é a crença de que se nós, como empresas, devemos entregar consistentemente e continuamente informação valiosa para os compradores, que acabam por nos premiar com sua lealdade ao fazer negócios conosco.
Quando expostas a uma comunicação corporativa, imediatamente as pessoas procuram se informar mais através da internet, tomando decisões de compra mais profundas e melhor informadas. Veja o que diz o executivo Rishad Tobaccowala sobre este comportamento:
“Quando os consumidores ficam sabendo de um produto hoje, sua primeira reação é ‘Vou pesquisar na Internet’.
E assim eles embarcam em uma jornada de descobertas: sobre um produto, um serviço, um problema, uma oportunidade.
Hoje você não está atrás de seus concorrentes. Você não está atrás da tecnologia. Você está atrás do seu consumidor.”
Rishad Tobaccowala
Executivo principal de estratégia e inovação, VivaKi
Marketing de Conteúdo não é para preguiçosos
É impossível fazer marketing nesse novo contexto de sociedade se você for preguiçoso ou quiser usar atalhos. Isso funcionou por mais de um século, desde o advento das mídias de massa até a virada do milênio. Hoje, os consumidores são cada vez mais hábeis em ignorar a publicidade tradicional, não clicar em banners e anúncios e em não acreditar no tradicional jargão do discurso corporativo.
De acordo com o Roper Public Affairs, 80% dos tomadores de decisão de negócios preferem obter informações sobre a empresa em uma série de artigos ao invés de uma propaganda. 70% dizem que o marketing de conteúdo faz com que se sintam mais perto da empresa patrocinadora, enquanto 60% dizem que o conteúdo da empresa ajuda a tomar melhores decisões de aquisição de produtos. Pense nisso – o seu cliente estava ansioso para receber o seu marketing? E se quando recebem, através de impressos, e-mails, sites, eles gastaram 15, 30, 45 minutos com ele?
Como fazer Marketing de Conteúdo?
Decisões de compra em geral passam por uma série de processos, conscientes e subconscientes, que podemos influenciar positivamente. Ao estimular um ganho de confiança gradual, podemos criar e fortalecer o vínculo dos clientes com a marca. Este processo pode ser organizado da seguinte forma:
Fazer saber da sua existência
- Ser interessante
- Ganhar a confiança
- Gerar envolvimento
- Mostrar-se diferente
- Fornecer um espaço de conexão com os clientes
- Exibir e fortalecer o vínculo através de valores
A primeira etapa de uma estratégia de marketing de conteúdo é alcançar o público-alvo. Descobrir quem são, do que gostam, o que valorizam e principalmente onde estão. Ao iniciar a estratégia, é preciso se colocar nestes canais de forma planejada, sem mensagens de vendas, atraindo atenção gradualmente.
Ser interessante
Os canais sociais principalmente são os delicados para se trabalhar. É preciso ser genuíno, autêntico e se mostrar interessante. Se o interesse não for genuíno, o frágil vínculo com o consumidor pode se quebrar ou nem se estabelecer.
Ganhar a confiança
Depois de se estabelecer, é preciso construir a relação através de peças de conteúdo orientadas a informar o cliente e o auxiliar no entendimento de soluções, tendências e interesses.
Gerar envolvimento
Esta etapa é a mais crítica, e também a mais importante. A partir do momento em que os clientes se envolvem com a marca, estabelecem um vínculo emocional com ela e participam de suas ações, muitas vezes sem se dar conta deste processo conscientemente. Ao divulgar conteúdos da marca, artigos, estudos, resultados de pesquisas, infográficos, entrevistas, podcasts, vídeo-aulas, webinars ou qualquer outro material de cunho informativo, se envolvem e criam um vínculo de confiança, que quanto mais profundo for, mais difícil se torna de ser quebrado.
Mostrar-se diferente
A diferenciação é outro aspecto fundamental do marketing. Num mundo em que tudo se parece muito igual, ter ou fazer algo diferente é uma vantagem competitiva que deve ser explorada. A percepção dos clientes faz toda diferença quanto aos diferenciais. Há quem atribua diferenciais fundamentais entre marcas de fast food que entregam produtos essencialmente idênticos. O posicionamento percebido pelo cliente é o melhor diferencial a ser explorado. Utilizar cases e depoimentos para avalizar a percepção é uma tática que funciona muito bem, tanto em mercados B2B quanto B2C.
Fornecer um espaço de conexão com os clientes
A Starbucks e a Dell se utilizaram de ferramentas de votação em massa nos projetos “Dell Ideastorm” e “My Starbucks”. Ambos utilizaram a mesma plataforma, que permitia que os clientes criassem tópicos, formassem comunidades e sugerissem melhorias em todos os aspectos de seus produtos e serviços. Os resultados foram surpreendentes. Ao permitir que as pessoas falem, se manifestem e se sintam parte da marca, a conexão se torna ainda mais profunda.
O Google explora este aspecto utilizando seus Fóruns, nos quais clientes do mundo inteiro interagem e dão suporte a outros clientes, economizando milhões de dólares em suporte ao Google e criando comunidades de verdadeiros adoradores da marca.
Fan Pages no Facebook são um recurso essencial para explorar esta conexão, já que os consumidores possuem contas no site e o utilizam massivamente, construindo seus perfis sociais a partir de suas postagens. Se a marca tem diferenciais que o cliente admira, certamente se tornará um fã e eventualmente ajudará a explorar o espaço de conexão com a marca.
Exibir e fortalecer o vínculo através de valores
Esta última etapa extrapola todos os outros aspectos quando se trata de vínculo emocional. Especialmente no Brasil, existe a percepção de que as empresas existem para gerar empregos e realizar ações sociais. Por isso, ações de Responsabilidade Social são em geral bem percebidas pelos clientes e se tornam “causas” às quais os consumidores se alinham, divulgam e eventualmente participam.
Demonstrar publicamente os valores da empresa significa em muitos casos abraçar causas sociais – que podem ou não ter ligação com a marca – e envolver os clientes na causa, fazendo-o se sentir parte de algo positivo, que só se torna possível com a intervenção da empresa. Ao utilizar os canais de conexão com a marca para promover causas sociais, as empresas fortalecem ainda mais seu vínculo emocional com os clientes, promovendo conteúdo que vai além de seus interesses comerciais e se destina a melhorar a sociedade.
Colocando Marketing de Conteúdo em prática
Com os inúmeros recursos que a internet possibilita hoje, o maior investimento em marketing de conteúdo não é em tecnologia, mas justamente no planejamento e na produção de um conteúdo de alta qualidade, profundamente ligado com a missão da empresa e estruturado de forma a criar adoradores da marca, ao invés de meros compradores de produtos e serviços.
Este post foi publicado em Marketing de Conteúdo em por admmar.
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valorização da marca
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Marketing de Relacionamento em Mídias Sociais
Hoje está na moda falar em marketing de relacionamento e também em relacionamento com o cliente em mídias sociais.
Porém este tema é muito mais que modismo, é de suma importância para a sobrevivência das organizações em tempos de globalização.
Apesar de qualquer um com acesso a rede saber criar um perfil em uma rede social e interagir, este tipo de relacionamento corporativo exige conhecimento, disciplina e algumas técnicas para que não se torne um tiro no próprio pé.
Eu assisti a uma vídeo palestra a este respeito que gostei bastante e acho pertinente dividir com vocês.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=fBEq9IPiahA
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Os Sistemas de Informações de Marketing (SIM)
Os Sistemas de Informações de Marketing (SIM)Toda empresa para se manter
competitiva em um ambiente de mercado de constantes mudanças deve dispor de um
rico fluxo de informações para os gestores de marketing.
Desta forma, para que estas empresas estejam amparadas em termos de informações de marketing, cada vez mais o mercado oferece softwares e ferramentas de Informações de Marketing - S.I.M. - que consiste na organização de pessoas, processos de coletas de dados, classificações, avaliações, análises e distribuição de informações de maneira oportuna e precisa para tomadas de decisão.
Desta forma, para que estas empresas estejam amparadas em termos de informações de marketing, cada vez mais o mercado oferece softwares e ferramentas de Informações de Marketing - S.I.M. - que consiste na organização de pessoas, processos de coletas de dados, classificações, avaliações, análises e distribuição de informações de maneira oportuna e precisa para tomadas de decisão.
O desenvolvimento deste sistema, não implica, necessariamente em aquisição ou desenvolvimento de softwares específicos para
processar os dados coletados por ele.
Disponivel em: http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/os-sistemas-de-informacoes-de-marketing-sim/31415/
http://www.slideshare.net/erlana/sistemas-de-informaes-de-marketing
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domingo, 21 de abril de 2013
Publicidade & Propaganda ⊂ Marketing
MARKETING - Seu objetivo é de ser persuasivo e conseguir um efeito no
comportamento do público através de um composto de marketing integrado pela
venda pessoal, promoção de vendas, merchandising, relações públicas, marketing
direto e publicidade & propaganda.
O marketing contempla as ações desenvolvidas por uma empresa ou entidade
no sentido de reforçar a imagem das suas marcas, produtos e serviços,
colocando-as favoravelmente no mercado e, evidentemente, aumentando as suas
vendas. Para tal, as empresas ou entidades instituem um amplo mix de
comunicação, que inclui o esforço publicitário, o relacionamento com a mídia, o
atendimento ao cliente e uma eficiente estrutura de distribuição.
Apesar de terem conceitos distintos
publicidade e propaganda são frequentemente tomadas por sinônimos erroneamente.
PUBLICIDADE – Utiliza os meios de comunicação e as ferramentas de
marketing com a função de promover determinado produto. Seu objetivo principal
é o de despertar o desejo de compra nos consumidores, levando-os à ação. O tom
utilizado é sempre apelativo ou comercial.A publicidade, sem dúvida, é a
principal meio para o capitalismo atingir seu objetivo. Este método para
atingir os consumidores com certeza é o mais eficaz, e pode-se dizer mais
lucrativo para as empresas anunciantes.
PROPAGANDA – É institucional, tratando-se de uma propagação de idéias ou
do posicionamento de uma determinada marca no mercado sem finalidade comercial.
Seu objetivo é o de informar o público sobre essa idéia.Propaganda é o ato de
divulgar produtos, ações e ideias. Já a publicidade é fazer isso com o intuito
de gerar lucros para o anunciante. Outra confusão muito comum é entre
propaganda e marketing. Qual a diferença entre propaganda e marketing? A
propaganda divulga, e faz parte do marketing. O marketing envolve diversas
ações ligadas a uma marca, produto ou serviço.
A necessidade da eficiência na
comunicação e a busca por resultados positivos nas vendas, a fim de que se possa
garantir a sobrevivência de uma marca no mercado, desafiam a cada dia as corporações.
Entender como o consumidor pensa, age e interage no ato da compra é um desafio
constante para todas elas. Estudos para corroborar esse processo se tornam cada
vez mais sofisticados.
As ferramentas de marketing como
publicidade, propaganda dentre outras são armar fundamentais para atingir o
publico alvo do seu produto e colocar a sua marca no topo da disputadíssima
pirâmide de lembranças na mente do seu consumidor (top of mind).
Muitas empresas lançam campanhas publicitárias, virais, não apenas com o
objetivo de vender determinado produto, mas é cada vez mais comum campanhas com
o objetivo único de promover e
posicionar a marca no mercado.
O papel do marketing é gerar lucro para a empresa, é cuidar para
valorização da empresa, através do volume de vendas, da valorização da marca e
seus produtos.
Entender estes conceitos e ferramentas é primordial para que o
profissional de marketing veja além do números de vendas a infinidade de portas
e caminhos a serem desbravados através do relacionamento entre a corporação
e o consumidor.
http://historiadapublicidade.wordpress.com/2010/09/28/o-que-e-marketing/?blogsub=confirming#subscribe-blog
Marketing 3.0 e CRM
Vivemos em um mundo em
constante transformação, onde inovar é o verbo de ação e criatividade é a
palavra de ordem. Atuar em Marketing hoje é cada vez mais complexo e exige cada
vez mais dedicação, por outro lado é cada dia mais gratificante e o campo de
atuação e os recursos cada vez mais diversificados.
Conforme citação do livro Marketing 3.0
- As Forças que Estão Definindo o Novo Marketing Centrado no Ser Humano,
de Philip Kotler, Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan, lançado no Brasil
pela Editora Campos. “o mundo passa por um período de mudanças rápidas e avassaladoras”.
1900: Revolução Industrial - Marketing 1.0 - Era do
Marketing centrado no Produto
1990: Tecnologia da Informação - Marketing 2.0 -
Era do Marketing centrado no Consumidor
2010 e além: Era dos consumidores altamente
conscientes - Marketing 3.0 - Era do Marketing Centrado no ser humano.
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Comparação entre Marketing 1.0, 2.0 e 3.0
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www.portaldomarketing.com.br
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Marketing
1.0
Centrado no Produto |
Marketing
2.0
Orientado no Consumidor |
Marketing
3.0
Guiado por Valores |
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Objetivo
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Vender
Produtos
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Satisfazer
e reter clientes
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Fazer
um mundo melhor
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Forças
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Revolução
Industrial
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Tecnologia
da Informação
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Tecnologia
de uma nova era
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Mercado
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Compradores
em massa - Necessidades físicas
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Consumidor
com Coração e Mente
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Consumidor
com Coração, Mente e Espírito
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Conceito
chave
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Desenvolvimento
de Produto
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Diferenciação
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Valores
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Função
da área de Marketing
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Especificação
do Produto
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Posicionamento
do Produto e empresa
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Missão,
Visão e Valores
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Proposição
de Valor
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Funcional
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Funcional
e Emocional
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Funcional,
Emocional e Espiritual
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Interação
com Consumidores
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Transações
um-para-muitos
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Relacionamentos
Um-para-um
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Colaborações
Muitos-para-Muitos
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No Marketing 3.0, o futuro
está em 3 conceitos chave: Colaboração, Cultura ou comunitização e
Espiritualidade ou Criação de Caráter. Kotler as define como:
1. A ERA DA PARTICIPAÇÃO E DO
MARKETING COLABORATIVO
a. Mídias sociais expressivas
b. Mídias sociais colaborativas
2. A ERA DO PARADOXO DA GLOBALIZAÇÃO E DO MARKETING CULTURAL
3. A ERA DA SOCIEDADE CRIATIVA E DO MARKETING ESPIRITUAL OU DO ESPÍRITO HUMANO - Espiritualidade ou Criação de Caráter
a. Mídias sociais expressivas
b. Mídias sociais colaborativas
2. A ERA DO PARADOXO DA GLOBALIZAÇÃO E DO MARKETING CULTURAL
3. A ERA DA SOCIEDADE CRIATIVA E DO MARKETING ESPIRITUAL OU DO ESPÍRITO HUMANO - Espiritualidade ou Criação de Caráter
Isto insere 3 conceitos que
deverão ser considerados nas ações do Marketing no futuro:
a) Colaboração
b) Comunitização
c) Construção do caráter
A Colaboração envolve as novas formas de criação de produto e experiência através da colaboração das empresas, consumidores e fornecedores interligados em uma rede de inovação.
A Comunitização se refere ao conceito de tribalismo em marketing.
Empresas que querem abraçar esta nova tendência devem ajudar os consumidores a se conectar um ao outro nas diversas comunidades disponíveis.
Já em relação à Criação de Caráter, no Marketing 3,0 as empresas precisam ver os consumidores como seres humanos plenos.
Um corpo físico, uma mente capaz de pensamento independente e análise, um coração que pode sentir a emoção e um espírito a sua alma do centro filosófico.
A Colaboração envolve as novas formas de criação de produto e experiência através da colaboração das empresas, consumidores e fornecedores interligados em uma rede de inovação.
A Comunitização se refere ao conceito de tribalismo em marketing.
Empresas que querem abraçar esta nova tendência devem ajudar os consumidores a se conectar um ao outro nas diversas comunidades disponíveis.
Já em relação à Criação de Caráter, no Marketing 3,0 as empresas precisam ver os consumidores como seres humanos plenos.
Um corpo físico, uma mente capaz de pensamento independente e análise, um coração que pode sentir a emoção e um espírito a sua alma do centro filosófico.
Enquanto O Marketing
Colaborativo e o Marketing Cultural vão definir QUE conteúdo será oferecido ao
mercado, o Marketing Espiritual mostrará o caminho de COMO oferecer ao mercado
esse conteúdo. O quadro abaixo mostra melhor esse conceito:
Adaptado de KOTLER, KARTAJAYA e SETIAWAN (2010) disponível
em: http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos3/O_que_e_Marketing_3_0.htm
acessado em 21/04/2013 as 19hs.
Se
envolver com o público, lançando mão de tecnologia, conhecimento e
criatividade, ultrapassando as parametrizações do mercado como um processo de
compra indo além e desenvolvendo com o cliente um relacionamento onde a troca e
a fidelidade são o diferencial e a garantia não só de sobrevivência mas de
sucesso das duas partes. Conhecer, contribuir conquistar, são três palavras que
juntas podem definir de forma simples os objetivos do marketing 3.0 .
Conquistar remete a fidelizar e uma ferramenta de
Marketing de Relacionamento de grande sucesso é o CRM, que une informação e
estratégias de marketing para personalizar produtos e serviços promovendo a
antecipação das necessidades e desejos e aproximação do cliente.
Hoje o cliente é o rei, porém o empresário que
possui criatividade e informação detém a majestade que este rei tanto almeja e
pagará o que for necessário para adquiri-la.
Marketing 360°
Segundo Philip Kotler (considerado o pai do marketing):
“Marketing é um processo social e gerenciável, através do qual, indivíduos e grupos obtêm o que necessitam e desejam por meio da criação e troca de produtos e valores com outras pessoas”
Meu nome é Márcia Fonseca, e eu
estudo Marketing. Eu comecei a cursar Marketing por acaso, quando fui me
matricular em administração não havia mais vagas para o semestre e decidi
iniciar em Marketing até conseguir uma vaga em administração. Eu gostei do curso
e me interessei pelo assunto. A ideia de criar o MKT 360° partiu do desejo de
compartilhar com vocês alguns assuntos interessantes, artigos e cases de
sucessos relacionados a Marketing e esta é a ideia: trazer diariamente artigos noticia
e case que possam nos trazer novos conhecimentos sobre este assunto agregando
valores às atividades que desempenhamos em âmbito social, pessoal ou
profissional. Afinal estamos a todo o
momento trocando, criando ou oferecendo algo.
Será um prazer contar com vocês
aqui participando, partilhando e interagindo e desta forma fazendo acontecer o
MKT 360°.
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